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As investigações buscam esclarecer as circunstâncias das lesões envolvendo o cão “Orelha”, que foi encontrado ferido e necessitou ser eutanasiado.

A esquerda a Delegada Mardjoli Valcareggi em vídeo divulgado que abre a investigação do caso. ( Foto: Montagem TVPGF).

A Delegacia de Proteção Animal (DPA) da Capital, está investigando os dois casos recentes de maus-tratos a cães na Praia Brava, em Florianópolis. Quem está a frente do caso é a Delegada Mardjoli Valcareggi.

O outro caso, envolvendo um cão caramelo, também é investigado pela Polícia. O animal teria sido levado ao mar no colo por um adolescente. Mas, depois conseguiu sair do local.

A Polícia Civil também investiga as denúncias de que um grupo de adolescentes seria o responsável pelos maus-tratos aos animais. A equipe da DPA está realizando diligências preliminares, sendo que, caso confirmada a suspeita de autoria dos adolescentes, o relatório investigativo será encaminhado à Delegacia Especializada no Atendimento ao Adolescente em Conflito com a Lei (DEACLE) para a lavratura do procedimento policial cabível, em razão da especialização nas atribuições pela idade dos envolvidos.

Cão orelha foi agredido brutalmente sem chance de defesa e com isso morreu. (Foto: Redes Sociais).

A Polícia investiga ainda, a suposta participação de um pai e de um policial civil, que teriam coagido uma testemunha. Caso isto seja confirmado será lavrado o respectivo procedimento policial no âmbito da DPA com relação aos crimes conexos ao caso, como coação no curso de processo e abuso de autoridade, praticados por maiores de idade.

Delegada Mardjoli Valcareggi – DPA Capital

A Polícia Civil reforça que todas as ocorrências sejam formalizadas o mais brevemente possível, para auxiliar no trabalho investigativo, com diligências como encaminhamento de animal à perícia e busca de imagens, que possam colaborar com a elucidação dos fatos. As denúncias podem ser feitas por meio do WhatsApp (48) 8844-1396.

Comunidade revoltada

A Praia Brava além de ser um reduto de surfistas o local ainda guarada as heranças açorianas com a pesca artesanal. E é justamente esses dois públicos, além dos frequentadores do local que estão buscando justiça no caso do cão orelha. Ele foi adotado pelos pescadores locais e desde então era cuidado pela comunidade.

As informações indicam que o possível autor seria menor de 18 anos de idade. Um vigilante teria gravado um vídeo da agressão, mas foi obrigado por familiares do jovem agressosr a deletar a gravação.

Com a repercussão do caso como vimos nesse conteúdo a Polícia Civil começou um trabalho de investigação para confirmar a autoria dos maus tratos aos animais.

Por: TV Portal Grande Floripa 

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