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Segundo os organizadores serão dois dias de aulas gratuitas com inscrições limitadas que acontecem na Praça do CEU no Bairro Ipiranga em São José.

A Fundação do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável de São José, em parceria com o Senar (Serviço Nacional de Aprendizagem Rural), promove nesta quarta-feira (28/1) e quinta-feira (29/1) o curso Controle Agroecológico de Pragas e Doenças. A capacitação será realizada na Praça do CEU, na Rua Eduardo Mikulski, no bairro Ipiranga, das 8h às 12h e das 13h30 às 17h30. As vagas são limitadas.

O curso tem como objetivo orientar os participantes sobre práticas sustentáveis e naturais para o manejo de pragas e doenças em hortas e cultivos, fortalecendo a produção agroecológica, a preservação ambiental e a segurança alimentar. A iniciativa é voltada aos integrantes de hortas comunitárias e interessados no tema.

A capacitação integra as ações do Programa Horta Solidária Urbana, oficialmente instituído em dezembro de 2025 no município. Apadrinhado pela primeira-dama Sandra Mikulski, o programa ampliou e regulamentou uma iniciativa que já vinha transformando áreas públicas ociosas em espaços produtivos e de convivência comunitária. Atualmente, São José conta com cinco hortas comunitárias implantadas nos bairros Ipiranga, Potecas, Loteamento Lisboa (Forquilhas), Morar Bem (Serraria) e Areias.

Com a nova legislação, o programa passou a ter diretrizes permanentes e possibilidade de expansão para outras regiões do município. As hortas comunitárias promovem o cultivo de hortaliças, frutas, flores e plantas medicinais, com foco na sustentabilidade ambiental, na participação social e na economia solidária.

Outro avanço importante é o incentivo às práticas de compostagem, contribuindo para a redução do volume de resíduos destinados aos aterros sanitários. A compostagem escolar também passa a integrar a rotina das unidades da rede municipal de ensino, fortalecendo a educação ambiental e o protagonismo dos estudantes.

A lei autoriza ainda o apoio técnico, logístico e educacional por meio da Fundação Municipal do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, além de permitir que associações de moradores, entidades e grupos organizados façam a gestão das áreas. O financiamento do programa poderá ocorrer por diversas fontes, como orçamento municipal, parcerias privadas, repasses estaduais e federais, emendas parlamentares, medidas compensatórias e doações.

Entre os destaques está a criação do Selo Verde, que reconhece empresas, instituições e grupos comunitários que contribuem com o programa, seja por meio de apoio financeiro, doação de insumos ou ações educativas e ambientais. Mais informações e novidades sobre o programa podem ser acompanhadas aqui.

Por: TV Portal Grande Floripa 

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