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Caso do Cão comunitário que foi agredido e precisou ser sacrificado na Praia Brava em Florianópolis entra na terceira semana e Jorginho Mello (PL) disse que terá novidades em inquérito instaurado pela Polícia Civil para elucidar o crime de maus tratos a animais.

No último sábado (24/1) moradores da Praia Brava em Florianópolis onde no dia 4 de janeiro deste ano o Cão Orelha, com aproximadamente 10 anos de vida, foi encontrado por uma moradora agonizando.

Ele estava muito ferido depois de ter sido agredido por adolescentes. Alem dele outro cachorro apelidado carinhosamente de Morruga também foi agredido e jogado ao mar, mas sobreviveu aos maus tratos. Esse animal inclusive foi adotado pelo atual chefe da Polícia Civil, Ulisses Guimarães.

O caso é cercado de nuances que envolvem ameaças e coação de um policial civil, pai de um dos adolescentes agressores e que teria obrigado o vigia de um condomínio a apagar um vídeo com a gravação da agressão ao Orelha.

Uma juíza, também disse estar impedida de julgar o caso, que foi repassado então a outro magistrado da corte catarinense.

Já o Deputado Estadual Mario Motta (PSD) sugeriu que fosse erguida uma estátua do cão agredido e que precisou ser eutanasiado Orelha.

O que se sabe até agora é que pelo menos 4 adolescentes estariam envolvidos nas agressões ao dois cães. Um terceiro animal, e que também era cuidado da comunidade e vivia em uma das três casinhas, onde também vivia o Orelha, está sob cuidados de uma moradora local. Moradores temem que ela também possa ser vítima de agressões.

Abaixo o post da última sexta-feira (23/1) do Governador do Estado Jorginho Mello que ela aborda o tema e disse que o caso terá desfechos para essa semana.

Por: TV Portal Grande Floripa 

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