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A investigação teve como alvos integrantes de um núcleo financeiro e patrimonial, ligado a Aldonei Paim, conhecido como “Neguinho”, apontado pelas forças de segurança como liderança criminosa do Primeiro Grupo Catarinense (PGC) na região. Na tarde do dia 13 de janeiro de 2026, ele morreu em um confronto com a Polícia Militar no Morro do Caju, bairro Saco Grande, em Florianópolis.

A Polícia Civil de Santa Catarina, por meio da Delegacia de Combate ao Crime Organizado da Capital (DECRIM), com apoio do 21º Batalhão da Polícia Militar de Santa Catarina (21º BPM), desencadeou operação para cumprimento de mandados de busca e apreensão, e medidas cautelares de bloqueio de bens e contas bancárias, em investigação relacionada ao crime de lavagem de dinheiro de pessoas ligadas a uma organização criminosa na localidade do Morro do Caju em Florianópolis.

A investigação teve como alvos integrantes de um núcleo financeiro e patrimonial, ligado a um homem, apontado pelas forças de segurança como liderança criminosa da região. O objetivo foi identificar suspeitos de atuarem na movimentação de valores, ocultação de patrimônio e Lavagem de Dinheiro.

A investigação apontou que enquanto vivo, o homem, apontado como líder criminoso, exercia forte influência sobre a comunidade, com domínio territorial, intimidação de moradores, monitoramento da movimentação policial, utilização de estruturas de vigilância, drones e ocupação irregular de imóveis.

Os levantamentos apontaram que investigados vinculados ao grupo movimentaram valores expressivos em curto espaço de tempo, valor considerado incompatível com a renda formal apresentada pelos envolvidos.

O líder criminoso possuía extensa ficha criminal, com registros por tráfico de drogas, associação criminosa, porte ilegal de arma de fogo, homicídios e confrontos armados com forças de segurança e em janeiro de 2026, morreu durante confronto com equipes da Polícia Militar de Santa Catarina, em operação realizada no Morro do Caju.

Mesmo com a morte de homem, as investigações prosseguiram para identificar outros integrantes da organização criminosa, rastrear patrimônio adquirido com recursos ilícitos, aprofundar a apuração financeira e assim promover a responsabilização criminal dos demais envolvidos.

Por: TV Portal Grande Floripa.

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